
Assim sendo, tendo em conta o sucesso mais o falatório, o marketing e a alegria
gay, ainda os
três Óscares na montra, felizmente resta-me a memória do imortal Gary Cooper. Quando meteram o John Wayne a fazer de émulo-sucessor canastrão do inimitável e único Gary, em que o longo olhar matava mais que a pistola, eu devia ter logo desconfiado que ia dar no que deu. Não desconfiei, pois não, agora aguento, aguentemos.