A construção da Europa é um projecto sempre em aberto. Sempre incompleto. Sempre contraditório. Nada fácil. Mas convidativo. Atraente. Irrecusável. A não perder com platonismos negacionistas ou exibicionistas, pregados pelos utopistas dos absolutos. Do tudo ou nada. Do mal e do bem. Do bonito e do feio. Do perfeito e do imperfeito. Da virtude e do pecado. Do social e da selvajaria.
Step by step, lá iremos.
[Digam lá se este não é um bom voto-desejo para 2006...]