Domingo, 22 de Janeiro de 2006

NA PRAIA (1)

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Na praia, vê-se e adivinha-se o mundo, enchem-se os olhos de azul e nela se plantam navios de mudança, soprando-lhes as velas com ar humano feito de sonhos saídos dos pulmões da poesia.

Da praia, atiram-se ao mar garrafas com mensagens de futuro novo que só serão perdidas se a esperança tropeçar numa onda feita tempestade.

A praia. Sim, a praia. A praia é muito. Às vezes, tudo. Tanto que se pode morrer na praia. E os sonhos parecem gostar de morrer na praia.
publicado por João Tunes às 21:00
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5 comentários:
De RN a 22 de Janeiro de 2006 às 23:03
Os meus pêsames. Mas por outro lado os meus parabéns.
No entanto, como disse Miguel Sousa Tavares, ganhou apenas por uma unha negra.


De Guida Alves a 22 de Janeiro de 2006 às 22:41
João, irmão meu. Morrer na praia, talvez sim. Mas com os sonhos espalhados na areia! Para que o mar os receba e os entregue a quem deles tem falta. Abraço solidário no sabor amargo da derrota.


De legendas a 22 de Janeiro de 2006 às 21:51
[Detesto ter razão, ainda que venha a perdê-la... (paradoxon)*]
Oxalá! João... talvez outro dia.


De jo a 22 de Janeiro de 2006 às 21:22
O que é preciso é não deixar morrer o sonho!


De ana a 22 de Janeiro de 2006 às 21:13
Os sonhos são como a Fenix, mesmo quando morrem na praia. Hão-de ter outro tempo de ser sonhos.


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